Sexta-feira
20 de Abril de 2018 - 
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No mundo, modalidade de abordagem de conflitos tenta prevenir delitos e reincidência

Largamente utilizada hoje na Europa e Estados Unidos, a justiça restaurativa foi implantada pioneiramente na Oceania, no final da década de 80, nos sistemas judiciários de infância e juventude da Nova Zelândia e Austrália, tendo resultados notoriamente favoráveis quanto à prevenção de delitos e diminuição da reincidência. No judiciário brasileiro “sua aplicação é mais recente, a experiência começou há cerca de 10 anos, sendo São Paulo e Rio Grande do Sul os estados que melhor tem desenvolvido essa prática”, conforme recorda o juiz José Dantas de Paiva. O magistrado frisou que em 2015, no Judiciário potiguar, foi formada a primeira turma de facilitadores, como são chamados os voluntários habilitados para viabilizar a restauração entre as partes, que passaram a atuar no ano seguinte em delitos de menor potencial ofensivo nos juizados criminais. Após a realização dos cursos, esses colaboradores realizaram oficinas para se familiarizarem com os temas específicos e passaram a aturar em casos práticos em 2016.
12/04/2018 (00:00)

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